O Caso do Seqüestro

31 de outubro de 2008

Sem dúvida alguma, a atividade da investigação particular possibilita emoção, adrenalina e satisfação aos profissionais da área. Mas, indiscutivelmente, o sucesso profissional depende de dedicação e comprometimento, seja para a execução do serviço, seja para manter constante aperfeiçoamento técnico, seja para treinar e aguçar a sua intuição investigativa e o seu raciocínio. Vejamos então um caso prático para aguçar o seu poder investigativo:

A situação era insólita para o detetive: havia sido contratado para desvendar o seqüestro de um menino, em uma cidade do interior. O tempo de vida do garoto parecia ser pouco e o seqüestrador deixou um enigma para a solução do caso.

A cidade, extremamente pacata, estava localizada próxima a um lago. No lado leste da cidade havia ramificações desse lago, e, no lado oeste, os mangues e a densa floresta emolduravam-na. Na faixa oeste, eventualmente havia casas de praia semi-abandonadas, pertencentes às pessoas influentes e abastadas da cidade.

O caso do seqüestro transformou a cidade. Apenas dois contatos foram mantidos: uma carta e um telefonema indicando uma conta para depósito no exterior. A carta continha apenas o nome do destinatário, com letras recortadas e coladas. No interior, a mensagem, igualmente escrita com letras recortadas, dizia: “Você tem até às 12 horas de amanhã para descobrir o endereço do cativeiro ou pagar o resgate”. Seu cliente, famoso empresário, refutou qualquer possibilidade de pagamento do resgate. Era imprescindível então descobrir o seu paradeiro.

A análise da carta demonstrou que não havia impressões digitais, apesar de uma pequena mancha escura ocra. Junto com a carta, o seqüestrador enviou um cartão postal da cidade de Búzios, com a bela paisagem de casarões, do sol e da praia. Por fim, uma carta de baralho – Ás de ouro – com o nome da cidade escrito (em letras recortadas e coladas) no verso da carta.

Com base nessas informações, você descobriria onde está o menino a tempo de salvá-lo?

Caso de Adultério?

8 de outubro de 2008

Para ser um investigador particular, é necessário conhecimento técnico, força de vontade e dedicação. Mas, para construir um diferencial nessa fantástica profissão, devem ser desenvolvidas habilidades específicas, como o raciocínio lógico, a percepção aguçada e, até mesmo, a sensibilidade intuitiva.

Essas habilidades podem se desenvolver, com o tempo, através da prática e do treinamento. Cada investigação é sempre um novo desafio ao Detetive Particular. Pensando nisso, vamos lançar uma situação hipotética para você resolver e demonstrar sua percepção, seu raciocínio, sua sensibilidade.

Imagine-se na seguinte situação: Você foi contratado por uma mulher, casada há alguns anos, para investigar um caso de adultério. Segundo ela, o marido estaria saindo do trabalho com uma mulher, para encontros amorosos.

No restaurante combinado para o primeiro contato, você identifica a sua cliente. Trata-se de uma mulher de meia idade, muito bonita e graciosamente vestida. Através de fotos recentes, fornecidas pela cliente, você percebe um marido com linhas da idade e do estresse cotidiano, mas elegante e bem-sucedido. Dentre os relatos da esposa, está o fato de que todas as terças-feiras o marido chega atrasado à bela residência do casal.

Durante as semanas que se seguem, você acompanha a movimentação do marido, das 16 horas até o momento em que ele chega à sua casa. A pedido da cliente, você informa, por telefone, a chegada do marido a seu local de trabalho, bem como o momento exato em que ele deixa o local e dirige-se para casa ou para outro destino.

Com o passar das semanas, você acompanha todos os movimentos do marido e não obtém provas confiáveis de um eventual adultério. Pelo contrário, o marido está permanentemente no escritório. Mas, mesmo assim, sua cliente solicita a manutenção do serviço, pagando-lhe corretamente o preço combinado.
Qual seria sua posição nessa situação? Como prosseguiria suas investigações e como desvendaria esse mistério?

Detetive Particular: emoção e sucesso!

1 de setembro de 2008

Descobrir os mistérios da vida, ser capaz de desvendar as mais complicadas tramas, ir além das evidências de um crime, ser o ator principal na busca da verdade… essas são algumas, dentre tantas, das funções do Detetive Particular. Se alguém disse a você que tinha a sensação de estar sendo seguido, não se engane: provavelmente havia um Detetive Particular, registrando cada passo dessa pessoa.

Os filmes podem utilizar a tecnologia para impressionar. O Detetive Particular tem, no entanto, a seu favor, instrumentos como bloqueadores de freqüência, gravadores, máquinas fotográficas, micropontos de escuta e outros instrumentos que permitem a realização de trabalhos de segurança ou de captação de informações para o cliente.

A adrenalina, a tecnologia e a informação são os caracteres principais dessa prazerosa atividade. Mas, além de ter uma vida profissional emocionante, o Detetive Particular qualificado detém alto poder de rendimento com sua atividade, especialmente em investigações complexas ou que requeiram alto grau de sofisticação tecnológica e cognitiva.

A recompensa pela dedicação são os altos valores auferidos pelo investigador privado. Você consegue apontar quantos profissionais podem conjugar, no seu dia-a-dia, lucratividade e emoção? Você sabe quem tem acesso a essa vida privilegiada? O profissional qualificado da investigação privada, porque alia, como ninguém, emoção, realização pessoal e sucesso profissional.